• 3 de maio de 2019

Mari Monteiro e a salvação pela arte nos muros de Bauru

Mari Monteiro e a salvação pela arte nos muros de Bauru

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A coordenadora pedagógica da Fundação CASA se destaca pelos seus grafites representando as mulheres e as minorias em sua arte


A arte sempre esteve presente

Mari sempre gostou muito de desenhar. Quando criança, copiava figurinhas de chiclete e desenhos animados em versões ampliadas e, apesar de não desenhar mais quando cresceu, esse contato com a arte a fez, inconscientemente, cursar artes cênicas anos mais tarde.

“Uma amiga foi prestar vestibular e resolvi prestar também… Me apaixonei pelo teatro e pelas aulas porque o curso era licenciatura e, logo na faculdade, comecei a dar aulas de arte em escolas do estado. ”

Quando encerrou o curso, acabou não seguindo na área, no entanto, conheceu diversos aspectos da arte. Além de ensinar, aprendeu a fazer tatuagem, grafitar e a fazer esculturas reciclando seu próprio lixo.

Reciclagem criativa – projeto que transforma os materiais do grafite em arte

Aproveitando as oportunidades

Em 2015, por não ter a grade horária das suas aulas completa, ela enviou seu currículo para uma vaga que saiu no jornal e logo foi chamada para a entrevista. Assim, Mari entrou na Fundação Casa e parou de dar aulas para o estado.

Dessa forma, a artista passou a dar aulas de dança e desenho para os adolescentes e, ao mesmo tempo, aprendeu a tatuar com um amigo. Assim, voltou a desenhar e, logo em seguida, conheceu o grafite e se apaixonou.

“No começo eu pensava: não vou ficar gastando dinheiro para pintar o muro dos outros de graça… tô fora”

Foi em uma exposição de arte urbana – do amigo que lhe apresentou o grafite – e também na Semana do Hip Hop Bauru que esse tipo de arte chamou sua atenção. A partir deste momento, Mari Monteiro percebeu que poderia atingir as pessoas de outra forma.

Me inspiro nas lutas diárias das mulheres, das minorias

De poder tocar as pessoas de uma forma direta, gratuita

Poder mudar o dia de alguém que passa e vê minha arte

Se renovar para inspirar

Assim, começou a pintar e não parou mais. O grafite ganhou uma nova importância em sua vida e, por consequência, a prática de desenhar também. Pois ao se ocupar com algo que gosta, suas crises de depressão reduziram em 90% e hoje Mari consegue inspirar muito mais pessoas.

Fez um grafite no Chile e participou da sua primeira exposição coletiva na galeria do Teatro Municipal, fazendo parte do anuário de artes de Bauru. E em novembro de 2018, assumiu a Coordenação Pedagógica do Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente.

Com essas novas oportunidades, Mari Monteiro muda seu próprio mundo e o das outras pessoas também. Se expresse!

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