• 29 de maio de 2019

A arte de Dani Bonachella e a união de dois mundos

A arte de Dani Bonachella e a união de dois mundos

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Artista e advogada, Dani une dois mundos e mostra isso em sua arte utilizando a liberdade da aquarela e a certeza do nanquim no bico de pena


A artista em difusão com a arte

O contraste das cores, a beleza das mulheres, a magia da natureza e a incerteza da aquarela. Essas são as primeiras informações que chegam quando olhamos para os quadros de Dani. O que inspira a artista são pensamentos, emoções e as personalidades femininas.

Também adepta ao nanquim – responsável por trazer mais firmeza em suas pinturas – ela brinca com o melhor de dois mundos: o imprevisto e a previsibilidade, tudo ao mesmo tempo.

Formada em Artes Educação pela Unesp de Bauru e em seguida, em Direito, a artista é a personificação da dualidade.

“Liberdade e segurança sempre fizeram parte dos dilemas existenciais do mundo e eu gosto de brincar com isso. Essa coisa de querer ser livre, mas ao mesmo tempo precisar da segurança do planejamento traduz um pouco do que todos nós buscamos…”

Além disso, Dani faz parte do conselho curatorial da Pinacoteca de Bauru e, para ela, é muito importante estar envolvida com uma entidade tão comprometida com a arte e com pessoas que trabalham por amor, refletido em cada exposição.

O mundo com Dani

Com mais de 2 mil seguidores no Instagram, ela divulga seu trabalho através do @danibonachella e fundou a Domi Galeria, uma galeria de arte online que reúne diversos artistas.

Além das exposições online, Dani já fez diversas exposições na Inglaterra; nos EUA, no estado do Maine e estado de New York, e outras exposições coletivas onde conheceu diversos artistas de outros países.

Foto: Acervo pessoal

A partir disso, enviou seus quadros para o Japão uma vez, além dos Estados Unidos, França, Canadá, Austrália, Argentina e Inglaterra por mais vezes, e foi representada em 2011 e 2014 pela galeria Debut Contemporary em Londres, que infelizmente não funciona mais.

“Foi um período de experiências muito legais! Na Europa as pessoas têm uma compreensão completamente diferente de arte em relação a nós (…) Lá todos parecem entender que a arte é necessária e muito mais do que um quadro na parede contribuindo para a decoração da casa”

No “país Bauru”

Em um país como o Brasil, onde a cultura geralmente é deixada em segundo plano, ter reconhecimento é emocionante! Nada mais gratificante quanto vender um quadro. É uma forma de reconhecimento quando alguém que não te conhece, ama um trabalho seu e quer pagar por ele, diz ela.

Além de nos ensinar a apreciar as cores de seus quadros e incentivar a arte na cidade de Bauru, Dani nos lembra que nós também temos dois lados contraditórios e temos que aprender a lidar com eles da forma que são.

Foto: Acervo pessoal

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